Quando “aquele que não se pode dizer o nome” renunciou, uma grande incógnita pousou sobre o país: Itamar Franco. Primeiro porque ninguém entendia direito o motivo pelo qual tornou-se vice “daquele que não se deve dizer o nome”, e como seria o governo com ele, após uma desastrosa experiência recém vivida por todos nós. Mas, para alívio de todos, a “era das trevas” parecia estar chegando ao fim com o novo presidente que assumia. E acabou tornando-se, ao lado de FHC, um dos heróis do país com a chegada do plano Real. Deixaram todos confusos e desconfiados, e programadores de sistemas, como eu, loucos com tantas novidades e rotinas que tivemos que implementar, mas a coisa fluiu, e hoje respiramos um novo país. Itamar é nosso herói, mas, infelizmente, “aquele que não se pode dizer o nome” continua no poder, e mandando como “nunca antes nesse país”. Como dizia o slogan da ditarura: Brasil, só amando mesmo, pois a vontade deixá-lo é ainda grande.